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Como exportar STL corretamente: o que todo dentista precisa saber

O arquivo STL é a base de todo o fluxo digital. Veja como exportar o escaneamento corretamente, evitar os erros mais comuns e garantir que o laboratório receba um modelo pronto para planejar.

Modelo digital 3D de arcada dentária em formato STL na tela do computador

No fluxo digital, o arquivo STL é o ponto de partida de tudo. Um STL bem capturado e exportado corretamente é a diferença entre um planejamento fluido e um caso que volta com pedidos de novo escaneamento. Este guia reúne o essencial para exportar seus arquivos da forma certa.

O que é um arquivo STL?

STL é o formato padrão para representar geometria 3D na odontologia digital. Ele descreve a superfície da arcada do paciente como uma malha de triângulos. É esse arquivo que o laboratório usa para planejar alinhadores, projetar próteses, desenhar contenções e fabricar placas. Por isso, a qualidade do STL define o teto de qualidade de todo o caso.

Passo a passo para exportar corretamente

  1. Capture a arcada completa: garanta que toda a região de interesse esteja escaneada, sem buracos na malha, especialmente nas faces oclusais e nas margens gengivais.
  2. Confira a oclusão: para a maioria dos casos, é necessário o registro de mordida (a relação entre as arcadas). Escaneie superior, inferior e a mordida.
  3. Revise antes de exportar: a maioria dos softwares de escâner permite revisar o modelo. Corrija falhas, remova excessos de tecido mole e artefatos antes de finalizar.
  4. Exporte em STL (ou no formato solicitado): selecione a exportação em STL. Alguns fluxos aceitam PLY ou OBJ; confirme com o laboratório qual formato é o ideal.
  5. Nomeie os arquivos com clareza: identifique superior, inferior e mordida. Isso evita confusão e agiliza o planejamento.

Erros comuns que atrasam o caso

  • Malha incompleta: regiões com buracos obrigam o laboratório a pedir novo escaneamento.
  • Falta do registro de mordida: sem ele, não é possível planejar a relação entre as arcadas.
  • Excesso de tecido mole ou artefatos: língua, bochecha e saliva capturados na malha atrapalham o planejamento.
  • Arquivo na escala errada: exportar em unidade incorreta distorce as dimensões do modelo.
  • Arquivos trocados ou sem identificação: superior enviado como inferior gera retrabalho.
A regra é simples: o laboratório só consegue entregar um planejamento tão bom quanto o STL que recebe.

Não tem escâner? Você ainda pode trabalhar com STL

Mesmo sem um escâner próprio, é possível participar do fluxo digital usando serviços de escaneamento do laboratório. Nesses casos, a captura é feita por uma unidade equipada e o arquivo STL resultante segue para o planejamento normalmente — você acompanha tudo pela plataforma.

Quer enviar seus casos em STL com acompanhamento e aprovação online? Conheça o Open Lab.

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